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    <title>Polis Engenharia</title>
    <link>https://www.polisengenharia.com.br</link>
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    <item>
      <title>Cabine Primária: o que é, vantagens e a importância da manutenção</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/cabine-primaria</link>
      <description>A energia elétrica é uma das principais fontes para a sobrevivência da nossa sociedade atual. Sua geração acontece nas usinas hidrelétricas, através do aproveitamento do potencial hidráulico de um rio. É a mais importante fonte de energia do Brasil. A energia gerada através das usinas hidrelétricas, é transmitida e distribuída aos consumidores. Existem locais que […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A energia elétrica é uma das principais fontes para a sobrevivência da nossa sociedade atual. Sua geração acontece nas usinas hidrelétricas, através do aproveitamento do potencial hidráulico de um rio. É a mais importante fonte de energia do Brasil.
          &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          A energia gerada através das usinas hidrelétricas, é transmitida e distribuída aos consumidores. Existem locais que demandam alto consumo de energia, com necessidades de consumo acima de 75kVA. Para realizar essa distribuição de energia, de média tensão, é essencial a instalação de uma cabine primária (uma subestação de energia com uma estrutura mais simplificada).
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           O que é uma cabine primária?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          A função da cabine primária é ser uma central de passagem e transformação da energia elétrica recebida da rede pública. Também conhecida como subestação de média tensão, ela é necessária em indústrias, hospitais, shoppings, condomínios, empresas com demanda (potência utilizada) acima de 75kW.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A energia é derivada do sistema de distribuição em média tensão, e a converte para uso das tensões 127V, 220V e 380V. A cabine primária transforma as tensões de distribuição (13,8kV, 25kV e 34,5kV) em 220V, 380V e 440V.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Vantagens e benefícios da Cabine Primária
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          A cabine primária otimiza o uso da instalação elétrica, permitindo maior segurança produtividade no uso de equipamentos e aparelhos. Principais vantagens:
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Quais são os cuidados necessários?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          Para a melhor segurança é preciso que a cabine esteja fechada e sinalizada. Além disso, é necessário que a sua manutenção esteja em dia. Existem dois tipos: a preventiva e corretiva.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A manutenção preventiva é uma revisão anual e gerenciamento do plano de ação dos equipamentos elétricos que compões a subestação para evitar falhas e acidentes elétricos. Já a corretiva ocorre quando a cabine apresentou problemas, como uma parada não programada.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Em ambos os casos, é preciso requisitar o desligamento programado de média tensão com a concessionária de energia elétrica local para evitar possíveis danos e acidentes.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Quais procedimentos são realizados na manutenção preventiva?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Por que contratar serviços de manutenção de cabines primárias / subestações?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
          Para atendimento das normas NR-10, NBR 14039 e as boas práticas de conservação, todos os equipamentos, ferramentas e dispositivos isolantes ou equipados com materiais isolantes, destinados ao trabalho em média ou alta tensão, devem ser submetidos a testes elétricos ou ensaios de laboratório periódicos, obedecendo-se as especificações do fabricante, os procedimentos da empresa e na ausência desses, anualmente.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Portanto é importante e necessária a manutenção anual desses equipamentos, para garantir a confiabilidade dos sistemas e atender as normas, principalmente de NR-10, que existe para estabelecimento dos requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          De acordo com um estudo feito pela Polis Engenharia, se o cliente terceirizar a manutenção das instalações de média ou alta tensão através de um contrato de manutenção preventiva e corretiva conosco, em vez de manter uma equipe própria para isso, tem em média uma redução de 77% nos custos e ainda conta com uma estrutura especializada para esse tipo de trabalho.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Seguem alguns custos/investimentos que serão de responsabilidade da Contratada, sem a necessidade de aquisição dos mesmos pela Contratante:
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Equipe com no mínimo dois eletricistas com treinamento em NR-10, SEP, NR-35, NR-33 e NR-18, além de todos os exames necessários.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          EPI’s necessários para realizar esse trabalho, com alto custo, tais como Conjunto NR-10, Luva de Alta Tensão, Botina própria para eletricista, Capacete, Óculos e Protetor.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Equipamentos especializados necessários para realização da manutenção, tais como:
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A Polis Engenharia é especializada em energia de média e alta tensão. Localizada em São José dos Campos, oferece soluções de excelência em instalação e manutenção preventiva de cabines primárias.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 08 Aug 2022 14:36:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Polis Engenharia está na fase final de mais uma obra</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra</link>
      <description>A Polis Engenharia está na fase final de mais uma obra. A instalação contratada visa o acréscimo de um transformador a óleo (de 1,5MVA 6,9kV / 13,8kV) e remanejamento de outro transformador a óleo (de 1,5MVA 6,9kV / 13,8kV), que se encontra dentro da SE 138kV, criando um sistema de redundância. Esse sistema, por sua […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A Polis Engenharia está na fase final de mais uma obra.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A instalação contratada visa o acréscimo de um transformador a óleo (de 1,5MVA 6,9kV / 13,8kV) e remanejamento de outro transformador a óleo (de 1,5MVA 6,9kV / 13,8kV), que se encontra dentro da SE 138kV, criando um sistema de redundância. Esse sistema, por sua vez, será possibilitado através de um sistema de operação nos cubículos de média tensão, que também fazem parte do escopo de instalação da Polis Engenharia.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Todo sistema será instalado dentro de um abrigo, construído pela equipe da Polis Engenharia, a qual contou com a integração entre as mais diversas áreas de engenharia da empresa, a fim de que os requisitos do cliente fossem atendidos.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          De modo a possibilitar a redundância do sistema, a Polis Engenharia realizou alterações no sistema aéreo da fábrica INB, fazendo com que sua alimentação seja provinda no novo abrigo do sistema de média tensão.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A obra na INB entra em sua etapa final, na qual será feito a retirada do transformador presente dentro da SE 138kV e instalando-o no abrigo de transformação.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-00/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-00.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-1/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-1.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-2/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-2.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-3/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-3.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-7/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-7.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-8-2/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-8-1.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-9/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-9.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-16/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-16.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-17/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-17.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-18/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-18.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/inb-19/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/INB-19.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/z-1/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/z-1.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/z-2/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/z-2.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/a-polis-engenharia-esta-na-fase-final-de-mais-uma-obra/z-3/" target="_top"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/11/z-3.jpg" alt="Fase final de uma obra com trabalhadores" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:45:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Raios no Brasil</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/raios-no-brasil</link>
      <description>Dos 3,15 bilhões de raios que golpeiam a Terra e seus habitantes durante um ano, 100 milhões deles vêm desabar em terras brasileiras. O número, divulgado no ano passado por uma equipe de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos, São Paulo, não é superado por nenhum outro país. […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Dos 3,15 bilhões de raios que golpeiam a Terra e seus habitantes durante um ano, 100 milhões deles vêm desabar em terras brasileiras. O número, divulgado no ano passado por uma equipe de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos, São Paulo, não é superado por nenhum outro país. E ficou bem acima das estimativas, que davam conta de 30 milhões ao ano. Agora sabemos com segurança: em quantidade de relâmpagos, ninguém segura este país.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Mas a pesquisa do INPE vai muito além de contar faíscas no céu. Desde 1989, num trabalho que usa enormes balões — do tamanho de prédios de 20 andares —, o Instituto vem medindo a carga elétrica das nuvens e dos relâmpagos que atingem a Região Sudeste. Para isso, os balões levam sensores elétricos, sensores de raios X e até máquina fotográfica e câmera de vídeo, para registrarem tudo o que acontece a 30 quilômetros de altura.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Tanta investigação acabou encontrando as particularidades dos raios brasileiros, que são diferentes dos que caem em outros lugares. “Sessenta por cento dos que atingem a Região Sudeste, em alguns dias do verão, têm carga positiva”, diz Iara Cardoso de Almeida Pinto, geofísica espacial, que juntamente com o marido, o também geofísico espacial Osmar Pinto Jr., comanda a pesquisa. Outra surpresa, pois 90% dos raios do mundo têm carga negativa.
  

  
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    Um detalhe: raios positivos são, geralmente, mais destrutivos. Embora os relâmpagos sejam mais frequentes dentro das nuvens do que das nuvens para o solo, os mais estudados são justamente estes, que vêm bater no chão — os mais ameaçadores.
  

  
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    “Os raios são fenômenos naturais que aguçam a curiosidade, mas eles causam prejuízos e mortes”, diz Osmar Pinto Jr. Calcula-se que mais de 100 brasileiros morram todos os anos vítimas de raios (positivos e negativos). Quanto aos prejuízos, de acordo com dados da Eletropaulo (Eletricidade de São Paulo), no ano passado ocorreram 974 casos de falhas ou interrupções da rede elétrica causadas pelos raios. Só para se ter uma ideia do tamanho do prejuízo, se um grande blackout atingisse toda a região da Grande São Paulo por uma hora, isso implicaria uma perda de 30 milhões de dólares.
  

  
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    Mas, afinal, como se formam as faíscas que vemos no horizonte quando se anuncia uma tempestade? Relâmpagos são gerados dentro de uma nuvem muito particular: a Cúmulo-nimbo, que se diferencia das outras por ser verticalmente mais extensa. Ela se forma a 2 quilômetros de altura do solo e se estende até 18 quilômetros acima.
  

  
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    Tudo começa quando o ar quente e úmido próximo do solo se eleva na atmosfera (ele sobe porque é mais leve que o ar acima dele). À medida que vai subindo esse ar vai esfriando até chegar ao topo da nuvem, onde a temperatura é muito baixa, sendo de aproximadamente 30 graus negativos. Resultado: o vapor de água que estava misturado ao ar quente transforma-se em granizo e começa a despencar (porque é mais pesado que o ar) para a base da nuvem. Na queda, vai se chocando com outras partículas menores, cristais de gelo principalmente. Os choques fazem o granizo e os cristais ficarem eletricamente carregados.
  

  
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    As cargas negativas presas ao granizo vão para a base da nuvem. Já as positivas ficam nos cristais de gelo, mais leves, que tendem a subir com o ar quente que vem de baixo para o topo da nuvem. Ou seja, as cargas se separam: positivas em cima e negativas em baixo. Em dado momento, as cargas positivas e negativas atingem uma intensidade muito alta. É o que basta para o surgimento do relâmpago. Então, para equilibrar as cargas tão diferentes, ocorre o fenômeno em questão, fazendo a eletricidade percorrer o ar sem fio nem nada. Em outras palavras: um raio não é nada mais que uma gigantesca carga elétrica cruzando a atmosfera.
  

  
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    A maioria dos raios começa e acaba dentro das nuvens. São poucos os que vêm para o chão. Sobre esses há duas curiosidades. A primeira é que só podem ser vistos na fase final. Logo que o raio sai da nuvem e segue em direção do solo ele não pode ser visto (nessa fase é chamado de “líder escalonado”). Quando essa faísca tortuosa chega a 50 metros do chão, outra faísca sai da terra, indo em direção à nuvem (é a “descarga conectante”), também inivível. Só quando as duas correntes se encontram é que tudo se ilumina. O que vemos, então, é a “descarga de retorno”. A segunda curiosidade: Por ilusão de óptica, achamos que o clarão do relâmpago vem do alto para a terra. Mas na realidade os raios que enxergamos saem da terra para o céu.
  

  
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    E aqui nos dirigimos à pergunta: por que alguns raios são positivos e outros negativos? O que os diferencia é o local da nuvem onde se originam. Os negativos saem da parte baixa da nuvem, onde se concentra a energia negativa. Já os positivos saem do topo da nuvem, onde ficam as partículas carregadas positivamente.
  

  
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    Há outra diferença importante: nos raios positivos, a corrente elétrica contínua — a que persiste até o relâmpago acabar — dura cerca de 200 milésimos de segundo, enquanto que nos negativos a corrente dura, em geral, menos da metade desse tempo. E é justamente pelo fato de a corrente contínua dos raios positivos durarem mais que eles são mais perigosos e destrutivos, capazes de iniciar um incêndio florestal (os negativos raramente causam incêndio). Outra diferença é que o raio negativo carrega uma corrente contínua de 100 ampères (o ampère é a unidade de intensidade da corrente elétrica), enquanto que o positivo carrega o dobro: 200 ampères, energia suficiente para alimentar vinte fornos elétricos domésticos. Para se ter uma ideia, o corpo humano suporta, sem efeitos letais, uma corrente máxima de 0,02 ampères. Em termos numéricos, um raio possui uma corrente 10 mil vezes maior que esse valor!
  

  
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    Mas o que os pesquisadores querem entender é por que, em algumas tempestades da Região Sudeste, 60% dos relâmpagos são positivos. Além de tudo, esse tipo de relâmpago, por não ser frequente, é pouco conhecido e só começou a ser estudado em detalhes na década passada. Para tentar explicar a ocorrência desses raios positivos a equipe do INPE formulou uma hipótese: a maior quantidade deles por aqui estaria relacionada às gigantescas concentrações de nuvens que vêm da região antártica em direção ao Brasil. Quando encontram o ar quente das regiões Sul e Sudeste, produzem aglomerados gigantes de Cúmulos-nimbos. O topo desses aglomerados “entortam” para o lado, formando uma cauda gigantesca completamente carregadas com cargas positivas. Isso explicaria a quantidade maior de raios positivos nessas regiões. A parte superior dos Cúmulos-nimbos estaria tão afastada da parte inferior que elas teriam mais facilidade de trocar energias diretamente com o solo. A conclusão definitiva (a confirmar ou descartar a hipótese) só virá depois que os cientistas terminarem a análise dos 30 milhões de dados recolhidos pelos balões.
  

  
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    O primeiro experimento para pesquisar os raios no Brasil foi realizado em dezembro de 1989, na base de lançamentos de balões do INPE, em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo. O mais impressionante mesmo foi o enorme balão estratosférico utilizado, de 7 500 metros cúbicos. Feito de plástico muito fino, leve e super-resistente à radiação ultravioleta do Sol, ele partiu para as nuvens carregando um equipamento de 100 quilos. A 30 quilômetros de altura, esse balão deu início à missão de sentir a força dos relâmpagos e contá-los em um raio de 100 quilômetros.
  

  
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    Isso é possível porque os raios emitem radiação: a luz, por exemplo, é uma forma de radiação. Além disso, eles também emitem ondas de rádio, que interagem com partículas que existem ao redor da Terra gerando outro tipo de radiação: os raios X. Tudo isso pode ser captado, registrado e também filmado e fotografado.
  

  
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    Na experiência de 1989, o balão levava apenas sensores, para medir as cargas elétricas dentro das nuvens e dos relâmpagos. A peça central dos sensores são bolas metálicas de 20 centímetros de diâmetro: atingidas pelos impulsos elétricos que saem das nuvens, elas medem as correntes. Os registros são captados por circuitos eletrônicos dentro do equipamento e transformados em sinais. Codificados digitalmente, os sinais são transmitidos para a superfície e gravados num microcomputador para análises posteriores.
  

  
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    Nas experiências seguintes, em janeiro e fevereiro de 1994, além dos sensores elétricos, o equipamento incluiu uma câmera de vídeo, uma máquina fotográfica e um sensor de raios X — um cristal de iodeto de sódio sensível a esses raios. O cristal é acoplado a uma fotomultiplicadora, que amplifica um sinal de raios X e o transforma numa corrente elétrica cuja intensidade é codificada e gravada num microcomputador. A câmera de vídeo e a máquina fotográfica finalmente registram as imagens de tudo o que acontece ao redor.
  

  
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    E então se vai o balão com toda essa carga pendurada. Ao chegar a 30 quilômetros de altura, começa a se mover para o oeste (no interior do Estado), passando sobre as nuvens. O vôo dura de dez a doze horas. No final, o equipamento cai de paraquedas para ser recuperado e o balão se perde no ar.
  

  
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    Depois dos estudos, os cientistas esperam sugerir formas mais adequadas de proteção contra os raios brasileiros, positivos e destruidores. “Costumo dizer que nos protegemos bem contra relâmpagos que caem em outros lugares do mundo”, brinca Osmar Pinto Jr.
  

  
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    Conhecer melhor os relâmpagos que caem em determinadas regiões significa evitar prejuízos, como os causados por blackouts — interrupções no fornecimento de energia elétrica.
  

  
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    A aviação também pode se precaver conhecendo os trechos das rotas mais sujeitos a relâmpagos. Se não derrubam aeronaves, eles provocam panes momentâneas nos computadores de bordo — e tempestades sempre acabam chacoalhando os passageiros.
  

  
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    Nessa pesquisa, eles contam com a colaboração da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) que tem um Sistema de Localização de Tempestades (SLT ou LPATS — Lightining Position and Tracking System). Minas Gerais é o único Estado brasileiro que possui uma rede de detecção e rastreamento de relâmpagos. “Eles são responsáveis por 70% do total de desligamentos da rede elétrica no Estado”, constata o engenheiro eletricista José Henrique Diniz, do Departamento de Pesquisa, Desenvolvimento e Normalização Técnica da Cemig.
  

  
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    Para avaliar os efeitos das tempestades, as torres de transmissão de Minas têm elos magnéticos, dispositivos que medem a corrente dos raios que caem sobre elas. Esses e outros equipamentos ajudam a reduzir os estragos causados pelos 7,5 milhões de relâmpagos que caem anualmente naquele Estado.
  

  
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    A melhor forma de proteção contra os relâmpagos, a despeito de toda a tecnologia moderna, continua sendo o primitivo para-raios, uma invenção do século XVIII. Não pode haver aparelho mais simples. Colocada sobre uma casa, uma haste metálica ligada a um fio condutor de eletricidade enterrado no chão será sempre a primeira parte da construção a receber o relâmpago. Primeiro, por ser de metal; segundo, por ter um fio condutor que leva a eletricidade para a terra e, terceiro, por ser o ponto mais alto da casa.
  

  
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    Bastava saber disso para se inventar o para-raios. Mas antes era preciso descobrir que os raios são um fenômeno elétrico. E essa foi a façanha realizada em 1752 pelo cientista americano Benjamin Franklin.
  

  
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    Pouco antes de uma tempestade, ele empinou uma pipa em direção às nuvens, já desconfiado de que elas estivessem repletas de cargas elétricas. Com sorte e muita habilidade, conseguiu provar isso ao perceber que uma parte dessas cargas descia pelo fio da pipa. Foi ali que nasceu o para-raios. Franklin teve mesmo uma boa mãozinha da sorte, porque, se um raio de verdade — e não as pequenas cargas que estavam se acumulando nas nuvens, antes de se transformarem em raio — houvesse caído no fio, ele não teria vivido para contar a história. Tempos depois, o físico russo Georg Richmann, ao tentar repetir o feito, morreu eletrocutado.
  

  
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    Com o para-raios, boa parte dos transtornos ocasionados por relâmpagos puderam ser evitados. Hoje, casas e edifícios são protegidos por eles. Prédios mais baixos e de áreas pequenas precisam de um único para-raios. Já edifícios de dez andares para cima costumam ter mais de um. Deles saem cabos condutores de eletricidade que correm por fora da estrutura e descem para o solo.
  

  
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    Em busca de maior proteção, no início deste século, foram introduzidos para-raios que tinham na ponta uma cápsula radioativa, feita de amerício, um elemento químico. Uma pequena abertura na cápsula permite que a radiação escape, atraindo os raios. Mas, por causa da radioatividade, acabaram proibidos no mundo inteiro. Em São Paulo, 30% dos edifícios ainda o utilizam. O prazo estabelecido por uma lei municipal para a retirada final desses equipamentos é abril do ano que vem.
  

  
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    Outra forma de proteção foi inventada no século XIX, pelo físico inglês Michael Faraday (1791-1867). Ele descobriu que um dispositivo com paredes de metal, como uma gaiola, atuava como blindagem contra as descargas elétricas que vinham de fora, protegendo seu interior. Por esse princípio, um carro com chapas de aço ou um avião funcionam como o equipamento que levou seu nome: gaiola de Faraday.
  

  
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    É possível, hoje, aproveitar as ferragens do concreto armado dos edifícios, se elas estiverem bem amarradas entre si. “Se conectarmos a essas ferragens pequenas hastes na cobertura do edifício, elas também vão funcionar como uma gaiola de Faraday”, explica o engenheiro eletricista Duílio Moreira Leite, pesquisador do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo. Isso é recente no Brasil e existem poucos prédios construídos assim. E não oferecem perigo pois, se um raio atingir as hastes, a corrente elétrica se confina às ferragens e vai diretamente para o solo.
  

  
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    Mas uma tarefa complicada para arquitetos e engenheiros é descobrir proteções eficazes e também estéticas. Por isso, os engenheiros bolaram pequenas cercas de metal que dão a volta no teto das construções, com hastes pequenas em cada canto. Elas não prejudicam a harmonia dos edifícios.
  

  
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      <pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:43:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Estudante constrói casa móvel para evitar custos com aluguel</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/estudante-constroi-casa-movel-para-evitar-custos-com-aluguel</link>
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      <pubDate>Tue, 01 Nov 2016 13:06:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Desenvolvimento de projetos estruturais realizados pela Polis Engenharia utilizando a ferramenta CAD/TQS</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/desenvolvimento-de-projetos-estruturais-realizados-pela-polis-engenharia-utilizando-a-ferramenta-cadtqs</link>
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      <pubDate>Tue, 18 Oct 2016 13:01:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Polis completa o projeto da nova agência do Banco do Brasil</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/polis-completa-o-projeto-da-nova-agencia-do-banco-do-brasil</link>
      <description>Banco do Brasil vai inaugurar mais uma agência bancária de alto padrão na cidade de São Paulo. Os projetos da obra foram desenvolvidos pela Polis Engenharia. Localizado na Avenida Paulista, uma das principais avenidas da cidade (e do Brasil), a agência busca atender ao público de alto poder aquisitivo, estabelecendo para isso um diferencial através […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      Banco do Brasil vai inaugurar mais uma agência bancária de alto padrão na cidade de São Paulo. Os projetos da obra foram desenvolvidos pela Polis Engenharia.
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Localizado na Avenida Paulista, uma das principais avenidas da cidade (e do Brasil), a agência busca atender ao público de alto poder aquisitivo, estabelecendo para isso um diferencial através da sua arquitetura e design.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Os projetos para a nova agência bancária de alto padrão do Banco do Brasil foram desenvolvidos e realizados pela Polis Engenharia, contando com a participação de profissionais altamente capacitados para garantir o sucesso do empreendimento.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A agência faz parte do maior banco do país e é uma referência de design da instituição.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 Oct 2016 12:24:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>NR-10: Curiosidades e Informações</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/nr-10-curiosidades-e-informacoes-sobre-a-norma</link>
      <description>Segurança de trabalho é o elemento fundamental em qualquer tipo de serviço ou atividade profissional, e quando se trata de eletricidade, a atenção com esse elemento tem que ser ainda maior. Essa é uma questão tão fundamental que  o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil estabelece uma série de requisitos e condições para o exercício desse […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Segurança de trabalho é o elemento fundamental em qualquer tipo de serviço ou atividade profissional, e quando se trata de eletricidade, a atenção com esse elemento tem que ser ainda maior. Essa é uma questão tão fundamental que  o 
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      Ministério do Trabalho e Emprego
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
       do 
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      Brasil
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     estabelece uma série de requisitos e condições para o exercício desse tipo de trabalho: A Norma Regulamentadora 10, ou NR-10.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Entre várias das características da NR-10 existem algumas que merecem destaque, já que muitas vezes é exigido o conhecimento atualizado sobre essa norma para o mercado de trabalho e para o exercício da atividade profissional que lida com eletricidade. Segue abaixo uma lista com alguns detalhes sobre a NR-10:
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     Devido à sua importância e à quantidade de orientações que a NR-10 apresenta, existem cursos sobre a norma voltados para o exercício profissional que envolve a eletricidade, sendo exigido pelo mercado de trabalho para seleção de candidatos e profissionais.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     Ela é uma norma completa e que deve ser aplicada em todas as fases de distribuição e consumo de energia e em todas as etapas de obras e trabalhos diretamente relacionados ou nas proximidades de instalações elétricas.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     O descumprimento da NR-10 gera ações cíveis e penais a todos os envolvidos em trabalhos com eletricidade, como manutenções, serviços, instalações, entre outros. O que gera o não Cumprimento da NR-10 é homicídio simples, morte de um homem por ação ou omissão voluntária de outro homem, perigo de vida ou expor a vida de outrem a perigo direto ou iminente.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     Também, em caso de descumprimento dos itens previstos na norma, as multas a serem aplicadas aos responsáveis pela sua implementação variam entre mil e doze mil reais.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     A norma prevê que todos os detalhes das instalações elétricas devem ser mantidos e atualizados, com as especificações do sistema de aterramento e dos equipamentos ou dispositivos de proteção.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     São previstas diversas medidas de proteção na NR-10, e elas se dividem em medidas específicas tanto para o exercício do trabalho em grupo quanto para o individual.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     Utilização de adornos pessoais são vedados pela norma em trabalhos com rede elétrica ou sem suas proximidades. A NR-10 prevê também que as roupas e equipamentos também devem ser adequadas à atividade, devendo contemplar, por exemplo, condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      
    
      –
    
  
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
    
  
     Os custos para manter uma instalação ou equipe própria em conformidade com a NR-10 podem ficar maiores devido às exigências da norma em alguns casos. Um exemplo disso é a cabine, que requer dois profissionais qualificados com curso NR-10 e equipados com EPIs (roupas, bastão de manobra, luva classe 2, capacete com viseira), ferramentas, equipamentos (Meghômetro, DTR, Terrômetro, Microhmímetro, Hi Pot), locação de gerador, análise de óleo, exames admissionais, seguros, etc. Nesse caso existe a possibilidade de contratação de uma empresa para que ela se responsabilize por esses requerimentos, serviço oferecido pela Polis Engenharia. Além da confiabilidade quanto à conformidade com a NR-10, o custo mensal para a empresa fica de 80 a 85% menor do que se ela fosse manter uma equipe própria.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    A NR-10 é a norma que garante a saúde e a proteção dos profissionais que trabalham com eletricidade. Por isso, é crucial o seu conhecimento, implementação e cumprimento, evitando, dessa forma, acidentes e mortalidade no ambiente de trabalho. A Polis Engenharia oferece os serviços de adequação de NR-10 (consultoria com projetos, cursos e demais trabalhos necessários) para que assim sua empresa tenha segurança e permaneça em conformidade com a norma.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 02 Sep 2016 16:40:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>NR-10: A Polis realiza laudos e ensaios para seus equipamentos!</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/nr-10-a-polis-realiza-laudos-e-ensaios-para-seus-equipamentos</link>
      <description>A segurança no ambiente de trabalho é uma questão fundamental que deve sempre ser observada com atenção. Existem atividades em que o exercício profissional vem acompanhado de riscos e perigos à saúde, integridade física ou até mesmo à vida dos envolvidos. É para prevenir e minimizar esses riscos que existem normas e equipamentos destinados a […]</description>
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  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    A segurança no ambiente de trabalho é uma questão fundamental que deve sempre ser observada com atenção. Existem atividades em que o exercício profissional vem acompanhado de riscos e perigos à saúde, integridade física ou até mesmo à vida dos envolvidos. É para prevenir e minimizar esses riscos que existem normas e equipamentos destinados a segurança profissional, como os EPIs, equipamento de proteção individual ou a norma NR-10, que regulamenta tanto os equipamentos como os processos do exercício profissional de risco.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Portanto, devido à sua importância para a segurança no ambiente de trabalho, é indispensável que os equipamentos de proteção estejam em conformidade com os padrões da NR-10 do Ministério do Trabalho, que determina, no item 10.7.8, que os equipamentos, ferramentas e dispositivos isolantes ou equipados com materiais isolantes, destinados ao trabalho em alta tensão, devem ser submetidos a testes elétricos ou ensaios de laboratório periódicos, obedecendo as especificações do fabricante, os procedimentos da empresa e na ausência desses, anualmente.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    A Polis Engenharia realiza testes de isolação elétrica em equipamentos de proteção individual (EPIs), e coletiva (EPCs) conforme a obrigatoriedade estabelecida pela NR-10. Cumpra com a responsabilidade de solicitar esses testes nos equipamentos da sua empresa e garanta a segurança dos seus funcionários e colaboradores em instalações e serviços que envolvam eletricidade.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Segue abaixo alguns EPIs e EPCs que podem ser ensaiados em laboratório:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 02 Sep 2016 16:35:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Polis realiza obra no SAAE – Aparecida</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/polis-realiza-obra-no-saae-aparecida</link>
      <description>O SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos e Resíduos Sólidos de Aparecida) é uma Autarquia Municipal de saneamento responsável pelo controle, abastecimento e tratamento de água e esgotos do município de Aparecida. Buscando melhorar a qualidade e a eficiência de seus serviços e sistemas, o SAAE conta com a Polis Engenharia para a realização […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    O SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos e Resíduos Sólidos de Aparecida) é uma Autarquia Municipal de saneamento responsável pelo controle, abastecimento e tratamento de água e esgotos do município de Aparecida. Buscando melhorar a qualidade e a eficiência de seus serviços e sistemas, o SAAE conta com a Polis Engenharia para a realização da obra de melhorias concluída no mês de agosto.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Foi realizada a montagem elétrica da Subestação de 2300kVA com cubículo blindado, incluindo todos materiais, equipamentos e mão de obra necessária. São duas Subestações de energia, sendo uma de entrada, composta por um cubículo blindado e um disjuntor de média tensão para proteção, e a de transformação, feita em alvenaria, contendo 04 transformadores a seco de 500kVA cada e 01 transformador a óleo de 300 kVA, com 05 painéis CCM e 04 bancos de capacitores automáticos.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Foram realizadas diversas intervenções na cabine de transformação, no comando remoto, nos circuitos terminais, no encaminhamento e na cabine primária de entrada, como a instalação de chaves seccionadoras com base fusível, isoladores, para-raios, suportes, eletrodutos, barramentos, placas de advertência, caixa de comando, caixa de proteção, entre outros, visando aperfeiçoamento do sistema elétrico do SAAE.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Como resultado, destaca-se o aumento no nível de confiabilidade do sistema elétrico do SAAE, visto que a modernização da subestação de energia acarretará na diminuição das quedas de energia, oriundas de má conservação do sistema.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
    Nestas intervenções e modernizações realizadas, a Polis Engenharia realizou também um estudo de coordenação e seletividade para o sistema elétrico. Desta forma, as duas subestações de energia (entrada e transformação) estão coordenadas de modo que em ocasiões de curto-circuito, ou outros eventos desta natureza, a proteção mais próxima atuará, não interrompendo o fornecimento de energia em outras áreas do sistema de abastecimento.
  

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 02 Sep 2016 16:30:00 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>As vantagens das lâmpadas de led</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/economia-eficiencia-e-sustentabilidade-o-porque-de-se-utilizar-as-lampadas-de-led</link>
      <description>Economia, eficiência e sustentabilidade! Porque utilizar as lâmpadas de LED   Sempre envolvida com a preocupação ambiental e priorizando cada vez mais a economia energética e a durabilidade dos produtos, as tecnologias de iluminação de ambientes evoluíram muito com o tempo. Dessa forma, por ser extremamente econômica e durável, a tecnologia do LED, muito utilizada […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Economia, eficiência e sustentabilidade! Porque 
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        utilizar as lâmpadas de LED
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Sempre envolvida com a preocupação ambiental e priorizando cada vez mais a economia energética e a durabilidade dos produtos, as tecnologias de iluminação de ambientes evoluíram muito com o tempo. Dessa forma, por ser extremamente econômica e durável, a tecnologia do LED, muito utilizada na eletrônica, passou a ser desenvolvida para aplicações de iluminação em grandes ambientes, visando substituir as velhas lâmpadas incandescentes e fluorescentes em ambientes públicos, residenciais e comerciais. Confira a seguir uma comparação entre os tipos de lâmpadas e as vantagens do LED.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Lâmpadas Incandescentes
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    São os modelos mais antigos e comuns, possuem baixo custo e emitem muita luz, mas com grande desperdício energético, visto que boa parte é convertida em calor, além de uma vida útil muito baixa. Este tipo de lâmpada deverá desaparecer nos próximos anos já que sua fabricação e comercialização vem sendo interrompida com o tempo. Lâmpadas incandescentes de potência maior que 75W deixaram de ser comercializadas no final de junho de 2014, enquanto que as com potência entre 25 e 75W deixaram de ser produzidas a partir do dia 30 de junho de 2015, sendo comercializadas até 30 de junho de 2016.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Vantagens:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Baixo Custo;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Alta capacidade de iluminação.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Desvantagens:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Altíssimo aquecimento;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Mal aproveitamento energético;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Alto consumo;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Baixa vida útil.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Lâmpadas Fluorescentes
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Tornou-se muito utilizada devido à sua maior economia, apesar de ainda não ser ideal. Ela emite uma luz branca e forte e pode ser usada em todos os ambientes devido à sua versatilidade. Seu maior problema é o descarte, devido à presença de substâncias agressivas ao ambiente, como mercúrio e fósforo, exigindo cuidados especiais no final da sua vida útil.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Vantagens:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Maior eficiência energética;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Menor consumo;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Baixíssimo aquecimento;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Boa capacidade de iluminação;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Custo acessível;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Versatilidade, por existir em vários modelos, tamanhos e formatos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Desvantagens:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Altamente poluente devido à presença de mercúrio e fósforo;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Não é tão econômica quando comparada ao LED.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Lâmpadas de LED
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    São consideradas as lâmpadas do futuro. Possuem uma funcionalidade simples e já bem popular em diversos produtos eletrônicos. Sua tecnologia moderna e os novos modelos que vem surgindo a cada momento as tornam bem atraentes, podendo ser utilizadas de formas inteligentes e personalizadas. Com certeza, a supremacia dessa tecnologia em relação às outras é também sua maior proposta: a economia de energia. Com uma eficiência econômica até 95% maior que lâmpadas incandescentes, além de sua alta durabilidade e sustentabilidade, é só uma questão de tempo até substituírem completamente as outras tecnologias.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Vantagens:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Altíssima economia energética;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Não emite calor;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Longa vida útil;
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
– Versatilidade, podendo ser utilizadas em spots, lâmpadas, luminárias etc;
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Mon, 18 Jul 2016 18:01:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.polisengenharia.com.br/economia-eficiencia-e-sustentabilidade-o-porque-de-se-utilizar-as-lampadas-de-led</guid>
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      <media:content medium="image" url="http://www.polisengenharia.com.br/site/wp-content/uploads/2016/07/Tensao.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Manutenção Preventiva também salva vidas</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/manutencao-preventiva-uma-medida-que-tambem-salva-vidas</link>
      <description>Polis instala novo gerador no hospital Antoninho da Rocha Marmo   A tecnologia de abastecimento elétrico através de geradores é uma excelente forma de manter um negócio funcionando, mesmo durante a queda no fornecimento de energia. Muitas organizações não podem parar e um hospital é um exemplo dessa premissa. Por contar com equipamentos, máquinas e […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Polis instala novo gerador no hospital Antoninho da Rocha Marmo
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A tecnologia de abastecimento elétrico através de geradores é uma excelente forma de manter um negócio funcionando, mesmo durante a queda no fornecimento de energia. Muitas organizações não podem parar e um hospital é um exemplo dessa premissa. Por contar com equipamentos, máquinas e monitores que salvam vidas, o abastecimento contínuo de energia elétrica se torna crucial e decisivo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Reconhecendo essa verdade, o hospital Antoninho da Rocha Marmo acaba de instalar um novo gerador elétrico, buscando levar mais segurança e confiabilidade aos seus pacientes.  A instalação do novo gerador, realizado pela Polis Engenharia, é uma medida de manutenção preventiva.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Esse tipo de manutenção é realizada quando se pretende corrigir e evitar problemas ou falhas antes que elas ocorram, garantindo que equipamentos e sistemas continuem tendo um bom funcionamento e inspecionando possíveis melhorias sem atrapalhar a produtividade. Foram instalados dois grupos moto geradores, operando em sistema de regime comum. Cada grupo possui uma unidade de supervisão de corrente alternada (responsável pela parte de controle, comando, proteção e programação das ações dos grupos moto geradores) que se comunica com o quadro de transferência automática, o qual possui cabos de saída de potência ligados diretamente ao quadro geral de baixa tensão do hospital.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Polis 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.polisengenharia.com.br/site/contato/"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      pode ajudar
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     a sua empresa a avaliar e realizar medidas de manutenção preventiva para o seu negócio.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/3d452d84/dms3rep/multi/shutterstock_337214594.jpg" length="68908" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 18 Jul 2016 17:58:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.polisengenharia.com.br/manutencao-preventiva-uma-medida-que-tambem-salva-vidas</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/3d452d84/dms3rep/multi/shutterstock_337214594.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Ar Condicionado: manutenção eficiente melhora resultados</title>
      <link>https://www.polisengenharia.com.br/qualidade-do-ar-condicionado-resultado-de-uma-manutencao-eficiente</link>
      <description>A importância da manutenção para a saúde de seus colaboradores e produtividade do seu negócio. A qualidade do ar condicionado interfere diretamente na saúde e no rendimento de seus colaboradores. Por isso, um correto acompanhamento e manutenção do sistema de ar condicionado de sua empresa resulta sempre em bem-estar e conforto aos seus funcionários e […]</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        A importância da manutenção para a saúde de seus colaboradores e produtividade do seu negócio.
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    A qualidade do ar condicionado interfere diretamente na saúde e no rendimento de seus colaboradores. Por isso, um correto acompanhamento e manutenção do sistema de ar condicionado de sua empresa resulta sempre em bem-estar e conforto aos seus funcionários e clientes, além de diminuir o absenteísmo e aumentar a produtividade.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Pensando nisso, a Polis Engenharia elabora o PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle), capaz de garantir o bom funcionamento dos sistemas de ar condicionado, que pode ser aplicado aos sistemas já existentes ou na instalação de novos. Dessa forma, por meio de uma série de atividades e procedimentos, o PMOC permite a análise de diversos aspectos do sistema, como condições físicas de peças e componentes, presença de poluentes e sujidades, qualidade da instalação, qualidade de captação de ar externo entre outros, trazendo as vantagens de redução de custo de manutenção, aumento de vida útil dos equipamentos, diminuição do consumo energético, aumento no conforto térmico, pureza do ar e melhoria na qualidade de vida.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O seu negócio 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.polisengenharia.com.br/site/contato/"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      pode contar com a Polis Engenharia
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     para cuidar da climatização do seu ambiente, promover mais qualidade, eficiência e conforto, ar puro para maior permanência e rendimento de seu pessoal.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 18 Jul 2016 17:53:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Conservação de energia: Essencial na crise hídrica</title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2015 18:38:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>A importância da compatibilização e a integração de projetos em um escritório de arquitetura e engenharia</title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2015 17:40:00 GMT</pubDate>
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      <title>A Polis atende mais uma demanda da Caixa Econômica Federal</title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2015 17:39:00 GMT</pubDate>
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